Doado o cérebro à FIFA, 5 ideias sobre o que fazer com o corpo do defunto Cristiano Ronaldo

“Quando o Ronaldo morrer devia doar o cérebro ao museu da FIFA porque a sua força mental é incompreensível”, ousou escrever um jornalista do “Guardian”, depois do hat-trick frente à Espanha. Uma sugestão um pouco necrófila, mas, ao mesmo tempo, relevante, não?

O marmanjo britânico, contudo, esqueceu-se de que a família Aveiro, ao só capitalizar o cérebro de CR7, provavelmente cairia em bancarrota, no espaço de alguns anos. Doado o cérebro, faça-se render o resto do corpo de Cristiano Ronaldo: leiloemos o escroto, empalhemos os glúteos, retalhemos as coxas, ofereçamos os calcanhares e rendilhemos os pulmões.

5 ideias sobre o que fazer ao resto do corpo de Cristiano Ronaldo

1 – Quando Ronaldo morrer, os seus glúteos deviam ser cortados, empalhados, enviados pelo correio e servir de almofada aos futuros netos do jornalista do “Guardian”, que lançou a brilhante ideia necrófila de violar o corpo deste quando defunto. A título de curiosidade: o outro cadáver famoso cujo cérebro foi roubado, sem autorização da família, que me lembre, foi o de Einstein. Tudo o que a mecânica quântica tem para nos ensinar está, no fundo, contido nas chuteiras de CR7.

2 – Quando Ronaldo morrer, os seus calcanhares deviam ser oferecidos aos guarda-redes que humilhou em campo; cada um teria direito a ter na sua posse os “calcanhares” por uma semana e seria, é claro, obrigado a “rodar” a lembrança com os companheiros de vexame. Buffon, devido ao pontapé de bicicleta da Champions, teria direito a duas semanas. Mamma mia!

3 – Quando Ronaldo morrer, o seu escroto, tomates e testículos, incluídos, devia ser leiloado entre algumas empresas farmacêuticas e de desenvolvimento genético. Quero acreditar que os cientistas vencedores iriam usar o ADN ali contido para clonagem, criar uma espécie superior de jogador de futebol. A licença e direitos de reprodução continuariam, em todo caso, a pertencer ao clã Aveiro.

4 – Quando Ronaldo morrer, as suas coxas deviam ser retalhadas em pedacinhos pequenos, cristalizadas, e oferecidas a todos os visitantes no Museu Cristiano Ronaldo na Madeira. No mesmo pacote turístico, estaria incluída a oferta de um pentelho encaracolado, encontrado algures no balneário do Andorinha, a primeira equipa do craque português, para quem encontrasse o recém desaparecido busto do aeroporto CR7.

5 – Quando Ronaldo morrer, os seus pulmões deviam ser extraídos e oferecidos à Joana Vasconcelos, para que esta pudesse tricotar um um colete de forças à volta deles, expô-los em Versailles. Totalmente avant-garde.

Por Arnaldo Campos, o especulador de serviço

 

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